Oncosite firma parceria com o Instituto Tacchini de Pesquisa em Saúde

O Centro de Pesquisa Clínica em Oncologia Oncosite iniciou um projeto de colaboração com o Instituto Tacchini de Pesquisa em Saúde (ITPS), centro de pesquisas do Tacchini Sistema de Saúde. O objetivo da parceria é ampliar a Pesquisa Clínica em Oncologia, facilitando o acesso aos tratamentos inovadores para os pacientes de todo o estado.

O diretor e fundador do Oncosite, Dr. Fábio Franke, esteve no Hospital Tacchini, localizado em Bento Gonçalves: “Fiquei muito impressionado com a qualidade das instalações e organização da Instituição e creio que muito rapidamente poderemos transformar a região da Serra em uma referência para estudos clínicos em oncologia. O Oncosite é centro parceiro oficial de outros grandes centros de pesquisa e queremos juntos criar uma rede, trabalhando em conjunto para o benefício dos pacientes”, descreve Fábio.

A união entre os centros de pesquisa amplia o acesso ao tratamento para os pacientes, facilitando a locomoção até o instituto parceiro mais próximo. O Oncosite também é parceiro do Hospital Moinhos de Vento, localizado em Porto Alegre. Os estudos vem proporcionando aos pacientes oncológicos o acesso a novas medicações, com uma assistência e atendimento cada vez mais qualificado.


Instituto de Oncologia de Ijuí recebe visita do ex-zagueiro uruguaio Diego Lugano

O ex-jogador de futebol uruguaio Diego Lugano, esteve em Ijuí, nesta quinta-feira (30), para tratar assuntos empresariais e conhecer o Instituto de Oncologia de Ijuí. O encontro visou uma futura parceria social, entre os projetos do Instituto e o ex-zagueiro.

Lugano jogou na Seleção Uruguaia de Futebol e em times como o PSG, o Málaga e o São Paulo Futebol Clube. Atualmente é comentarista esportivo da ESPN e Diretor de futebol do SPFC.

Após conhecer todas as instalações, o ex-zagueiro comentou sobre a importância do Instituto para os pacientes oncológicos. “Todos possuímos algum familiar ou amigo que está passando por esta doença, então saber que existe um centro com essa qualidade, visando o presente e o futuro, traz muita esperança”, afirma o atleta.

O encontro proporcionou uma troca de experiências em projetos sociais. O futebol possui uma grande importância no âmbito social, conectando jovens e comunidades carentes de todo o mundo.


Oncologista Fábio Franke participa de congresso ASCO, em Chicago nos Estados Unidos

No congresso, o Dr. Pedro Isaacsson do Instituto de Pesquisa Moinhos, parceiro do Oncosite, recebeu prêmio considerado Oscar da oncologia.

Na última sexta-feira (3), teve início o maior congresso de oncologia do mundo, o Encontro Anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica - ASCO 2022. O médico Ijuiense Fábio Franke está em Chicago participando do evento.

Fábio participa representando a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica - SBOC, a coordenação da pesquisa clínica do Hospital Moinhos de Vento e, também, como diretor de pesquisa e fundador do Centro de Pesquisa Clínica Oncosite. Em 2019, o oncologista foi destaque no ASCO, com o estudo da MONALISA-7, uma pesquisa para o câncer de mama metastático.

No congresso, Fábio participa juntamente com o Dr. Pedro Isaacsson, chefe do Instituto de Pesquisa Moinhos, que recebeu o prêmio The Career Development Award (CDA) da The Conquer Cancer Foundation, considerado o Oscar da oncologia em inovação. A premiação de US$ 200 mil será destinada ao Hospital Moinhos e investida em projetos de pesquisa em câncer de próstata.

O Oncosite e o Hospital Moinhos de Vento, são pioneiros da pesquisa clínica no Brasil. Em 2021, se tornaram parceiros, expandindo a captação de pacientes e o desenvolvimento de processos em pesquisa clínica.

Para o oncologista Ijuiense, o reconhecimento internacional confirma o sucesso da parceria. “O caminho escolhido pelo Hospital Moinhos de Vento, em conjunto com a Oncosite, veio para delinear o futuro da pesquisa clínica no Brasil e no Mundo“, afirma Fábio.

O evento que encerra na terça-feira (07), reúne cerca de 40 mil profissionais de todo o mundo. Outras autoridades em oncologia do Brasil também estiveram presentes, com o Dr. André Reiriz, investigador do Instituto Tacchini de Pesquisa em Saúde (ITPS) e o Dr. Paulo Hoff, presidente da SBOC e diretor Médico da Rede D’Or.


Estudo com pílula antiviral contra a covid-19 é realizado em Ijuí

O Centro de Pesquisa Clínica Oncosite, situado no Instituto de Oncologia de Ijuí – IOI, no noroeste gaúcho, integra oficialmente a dos sete centros participantes no país que estão realizando o estudo com o medicamento antiviral Molnupiravir, da farmacêutica Merck Sharp & Dohme - MSD .

O estudo diagnóstico clínico realizado buscará o diagnóstico à doença realizado com o medicamento, a qualu. A nova pesquisa está pesquisando medicamento é capaz de evitar a dos objetos do coronavírus entre pessoas que foram expostos ao vírus dentro de casa. Os últimos 5 dias futuros.

Contrato para ser definido como Outro, é que o paciente não receberá vacinado. As pessoas que já receberam a vacina não podem apresentar sintomas, interferindo assim nos resultados finais da pesquisa.


IOI oferece tecnologia que combate a perda de cabelo em pacientes

O Instituto de Oncologia de Ijuí – IOI oferece a seus pacientes a tecnologia Paxman, que reduz e até evita a queda de cabelo causada pela quimioterapia. Na última terça-feira, 25, a equipe recebeu treinamento para o uso da crioterapia capilar, por meio da Touca Inglesa.
Com este novo equipamento, os pacientes podem passar pelo tratamento do câncer sem perder os cabelos. A touca é utilizada 30 minutos antes da sessão de quimioterapia, podendo ser mantida por até 1 hora e meia após a mesma sessão. O aparelho oferece bastante conforto aos pacientes, facilitando a continuidade do tratamento. O sucesso dessa técnica pode chegar a 92%, variando de acordo com as características do paciente e do protocolo de medicação que este recebe.

Para Rafael Prado, Gerente Comercial da Paxman, o Instituto de Oncologia de Ijuí se equipara a centros de referência mundial na tecnologia de apoio ao tratamento de câncer "O paciente não precisa mais sair de Ijuí para ter um tratamento mais digno e passar por esse momento delicado com mais respeito", afirma.

A clínica que inaugurou em outubro de 2021, fica localizada na região noroeste do Rio Grande do Sul e engloba o Centro de Pesquisa Clínica em Oncologia – Oncosite, o Laboratório de patologia cirúrgica – Oncocell e profissionais com mais de 20 anos de atuação. A primeira paciente, que está agendada para a próxima semana, já iniciou o tratamento da quimioterapia e irá utilizar a Touca Inglesa para minimizar a perca de cabelo nas próximas sessões.


Hospital Moinhos de Vento firma parceria com Centro de Pesquisa Oncosite para ampliar estudos clínicos

Colaboração busca expandir recrutamento de pacientes e tornar o Rio Grande do Sul referência mundial em pesquisa clínica.

O Hospital Moinhos de Vento e o Centro de Pesquisa Clínica em Oncologia Oncosite, de Ijuí, formalizaram o projeto de colaboração para acelerar e expandir a capacidade de desenvolver estudos. Com a parceria, as duas instituições poderão atuar em conjunto e fazer o recrutamento para testes clínicos simultaneamente; trocar experiências, tecnologias e expertise; e promover eventos científicos. O objetivo é ampliar o número de protocolos de pesquisa, de doenças avaliadas e de pessoas beneficiadas, além de qualificar a assistência prestada aos pacientes.

Para o superintendente executivo do Hospital Moinhos de Vento, Mohamed Parrini, a parceria é importante para ampliar a atuação das duas instituições, retendo talentos, desenvolvendo o Estado e entregando excelência em saúde à comunidade. “A pesquisa clínica nos permite oferecer aos pacientes o que existe de mais moderno em terapias, em tratamento e medicina de ponta. Se somos o segundo melhor hospital do Brasil, sexto da América Latina e um dos únicos dois brasileiros entre os 100 melhores do mundo, é porque investimos em assistência, pesquisa e educação. Isso nos consolida como uma referência nacional. Não há nada que seja feito nos melhores centros de saúde do mundo que não tenhamos no Moinhos, então faz todo o sentido estarmos juntos com o centro que hoje atrai o maior número de estudos clínicos em oncologia do Brasil”, reforça Parrini.

O diretor do Centro de Pesquisa Clínica Oncosite, Fábio Franke, destaca que a ciência está em franca expansão no Brasil. Idealizador do Projeto de Lei 7082/2017 — que tramita no Congresso Nacional e visa regulamentar estudos clínicos com humanos dentro das normas internacionais, desburocratizando os processos e preservando a análise ética —, o médico oncologista vê nas pesquisas a esperança de vida para muitos pacientes.

“A distância faz com que muitos não se beneficiem das inovações disponíveis por meio dos protocolos. Para pacientes com doenças graves como câncer, essa proximidade da sua casa, ser bem acolhido e ter um atendimento de qualidade faz toda a diferença. A parceria vai abranger todo o Estado e vai proporcionar isso”, projeta Franke.

Além das pesquisas em Oncologia, o superintendente médico do hospital, Luiz Antonio Nasi, acrescenta que a instituição vem se destacando em pesquisas internacionais também nas áreas da Neurologia, Terapia Intensiva, Cardiologia e Endocrinologia. Desde a inauguração do Instituto de Pesquisas Moinhos de Vento, no início do ano, o número de protocolos dobrou, saltando de 44 em janeiro para 88 em julho.

“A gente quer continuar nesse ritmo de expansão, duplicando esse número novamente em 6 meses. Vamos começar vários projetos colaborativos, ampliando oportunidades para pacientes, com terapias modernas e inovadoras e os melhores tratamentos disponíveis que, potencialmente, podem ajudar nas doenças deles”, conclui Nasi.

FONTE: Grupo Mídia


Planos de saúde passam a cobrir exames genéticos

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou em abril deste ano, que irá autorizar a solicitação de testes genéticos através dos convênios de saúde.

A nova regra autoriza oncologistas clínicos, hematologistas, neurologistas, ou geneticistas a solicitem exames de análise molecular de DNA; pesquisa de microdeleções/microduplicações por fish (fluorescence in situ hybridization); instabilidade de microssatélites (msi), detecção por pcr e bloco de parafina.

Os testes genéticos permitem identificar se há uma alteração genética em um dos genes associados a um tipo de câncer. A possibilidade de realizar um teste genético para investigar as probabilidades e diminuir as incertezas é um grande benefício aos pacientes.


Oncologista Fábio Franke é destaque brasileiro no congresso ESMO

Entre os dias 5 a 8 de maio, aconteceu o congresso ESMO Breast Cancer Virtual Congress 2021. O evento que é o maior da Europa, reuniu médicos, pesquisadores e laboratórios de todo o mundo para debater os últimos avanços na oncologia. O médico oncologista Fábio Franke, é coautor de análise exploratória do estudo: “MONALEESA-7: sobrevida global por subgrupo etário”, que foi apresentado no congresso.

O estudo buscou caracterizar os resultados do inibidor CDK4/6 ribociclibe em pacientes pré ou perimenopausa com câncer de mama avançado HR+/HER2-negativo com menos de 40 anos de idade.

 

SOBRE O ESTUDO:

Ribociclibe prolongou significativamente a sobrevida global em pacientes pré ou perimenopausa com câncer de mama avançado HR+/HER2-negativo. Os resultados atualizados demonstraram mediana de 58,7 com o inibidor de CDK 4/6 + teraía endócrina em comparação com 48 meses para placebo (HR, 0,76 [95% CI, 0,61-0,96]; NCT02278120).

Para avaliar os resultados estratificados em pacientes com menos de 40 anos, que tendem a ter um pior prognóstico, a análise apresentada no ESMO Breast 2021 avaliou pacientes pré ou perimenopausa com câncer de mama avançado HR+/HER2-negativo sem tratamento prévio com inibidores de CDK4/6 ou terapia endócrina para câncer de mama avançado. As participantes foram randomizadas 1: 1 para receber ribociclibe ou placebo mais goserelina e um inibidor de aromatase não esteróide (NSAI) ou tamoxifeno. A sobrevida global e outros parâmetros de eficácia foram avaliados pelo modelo de riscos proporcionais de Cox e resumidos usando Métodos de Kaplan-Meier.

 

RESULTADOS:

 A mediana de acompanhamento foi de 53,5 meses (cut off de dados, 29 de junho de 2020). No braço ribociclibe, 98 pacientes tinham menos de 40 anos, e 237 pacientes apresentam mais de 40 anos no momento da análise. No braço placebo, 88 pacientes tinham menos de 40 anos e 249 pacientes mais de 40 anos. A mediana de idade (intervalo) nos braços ribociclibe vs placebo foi de 35 anos (25-39 anos) vs 36 anos (29-39 anos) em pacientes com menos de 40 anos; e 45 anos (40-58 anos) vs 46 anos (40-58 anos) em pacientes com mais de 40 anos.

Em pacientes com menos de 40 anos, ribociclibe + terapia endócrina demonstrou uma mediana de benefício de sobrevida global de 51,3 meses em comparação com 40,5 meses no grupo placebo + terapia endócrina (HR, 0,65; 95% CI, 0,43-0,98). Ribocilibe também demonstrou mediana de sobrevida global mais longa em pacientes com mais de 40 anos (mediana, 58,8 vs 51,7 meses; HR, 0,81; 95% CI, 0,62-1.07).

Tendências semelhantes de sobrevida global foram observadas em pacientes tratadas com NSAI e em todas as pacientes para a segunda sobrevida livre de progressão (PFS2), tempo para quimioterapia e sobrevida livre de quimioterapia.

Em pacientes que descontinuaram, terapias antineoplásicas subsequentes foram recebidas por 77,3% vs 75,0% das pacientes com menos de 40 anos nos braços ribociclibe vs placebo, respectivamente, e 77,2% vs 79,2% das paciemtes com mais de 40 anos.

Inibidor de CDK4/6 subsequente foi administrado em 16% vs 27,5% das pacientes com menos de 40 anos e 11,6% vs 25,7% das pacientes com mais de 40 anos nos braços ribociclibe vs placebo. Os eventos adversos foram consistentes com o perfil de segurança observado no estudo MONALEESA-7.

"Esta análise exploratória do MONALEESA-7 com acompanhamento médio de 53,5 meses confirmou o benefício em ganho em sobrevida global em todas as faixas etárias da combinação ribociclibe + terapia endócrina, e melhorou os resultados pós-progressão em pacientes com câncer de mama avançado HR-positivo, HER2-negativo na pré ou peri-menopausa", destacou Franke. "Destaque para o fato de que este efeito foi especialmente pronunciado em pacientes <40 anos de idade que são conhecidos por apresentarem um prognóstico ainda pior entre a população pré ou perimenopausa", acrescentou o especialista.

O estudo foi financiado pela Novartis Pharmaceuticals Corporation, e está registrado em ClinicalTrials.gov; NCT02278120.

FONTE: Portal OncoNews


Conheça a História de Elisângela Pires Fagundes

Hoje, 4 de fevereiro, é o dia Mundial contra o Câncer. E, para marcar essa data que, para nós, é diária e principal missão, vamos contar uma história emocionante de empatia. A protagonista é uma contadora de histórias, com uma visão de vida múltipla e cheia de compreensão. Elisângela Pires tem 45 anos, é casada e tem 3 filhos. Pedagoga pela Unijuí, especialista em docência na Educação infantil - UFSM/ MEC, ela conta histórias desde 1998. Atualmente, é coordenadora da E.M E I Raios de Sol de Ijuí, onde, cotidianamente, escuta histórias de vida, as mais diversas possíveis. 

Seu filho mais velho tratou por muitos anos uma síndrome neurológica, caracterizada por epilepsia focal e mioclonica. Foi durante o tratamento que um médico lhe disse que ela poderia aprender tudo e qualquer coisa sobre a doença de um filho, além de auxiliar no processo de estimulação e aprendizagem. Isso fez ela pensar os processos de recuperação de um jeito diferente. Para ela, aprender é parte imprescindível da vida, não importa o assunto. Vamos conhecer sua história?

“Sempre tive vontade de cortar o cabelo e doar, mas ele não crescia o suficiente, era muito fino. Quando a Roselei Bonetta desafiou a Diretora Elizete Pires a realizar um evento alusivo ao outubro rosa, já coloquei o meu cabelo a disposição. No dia 22/11/19, no evento, a cabeleireira me falou “para doar, precisa tirar tudo”. Nem pensei muito e respondi: "tira". Passei a máquina 1 e pela primeira vez na vida adulta, senti o vento passear pelo meu couro cabeludo e foi ótimo.

Fui chamada de muitas coisas: louca, extravagante, doente... Não me importei, pois para mim, sempre foi só cabelo, mas para quem está fragilizada pode ser um escudo cheio de força e motivação. 

Desde que cortei o cabelo, logo nos primeiros dias percebi que havia ganho uma ótima oportunidade de pensar sobre como as pessoas agem quando se deparam com uma mulher de cabeça raspada. Foi necessário conversar com as crianças da escola sobre o que é doar, sobre o que significa empatia, sobre refletir como é sentir a dor do outro. Passei nas salas e foi lindo substituir "olha que feio, ela é careca" por " sabe, mãe, que a Profe Elis deu o cabelo dela para fazer uma peruca e dar pra quem tem câncer? Sabe que câncer e uma doença séria e difícil?

Conversei com uma criança que me apontou em um mercado: "olha a careca, que feia aquela mulher", apontando com o dedo e a mãe tentando justificar dizendo: “baixa o dedo, não tá vendo que ela é doente e vai morrer?". Fiquei chocada e fui até a menina e disse que percebo que ela notou a falta de cabelo, então perguntei se sabia por que cortei e ela acenou negativamente com a cabeça. Contei que há muitas mamães, muitas filhinhas, avós, avôs, dindas, tias que estão sem cabelos por estarem doentes e precisam fazer uso de um remédio que cura, mas pode fazer o cabelo cair. Então, para que não ficassem sem cabelos, eu dei o meu, que logo iria crescer. Que estou saudável e ainda não vou morrer. A menina passou a mão na minha cabeça e sorriu.  A mãe disfarçou, eu voltei tranquila para a fila do pão e fiquei pensando: e se eu estivesse com medo de morrer, como me sentiria ao ouvir aquela mãe?

Outra situação marcante foi no dia do corte, quando as fotos percorreram o whatsapp e alguns colegas do meu marido comentaram por aplicativo que se fosse a mulher deles, não deixariam entrar em casa. Fiquei estarrecida. Foi então que fizemos uma foto (de pijama🤭) escrito: no nosso caso, não ter cabelos foi uma opção e que eu esperava que maridos pudessem ser homens suficiente para estarem com suas mulheres quando não ter cabelos, não fosse uma opção. Depois disso, entendi as estatísticas de abandono das mulheres em quimioterapia por seus maridos ou parceiros. É triste, mas precisamos encarar e trabalhar culturalmente estas questões.

Aprendi que existem, no mínimo, duas formas de olhar para as pessoas com câncer que passam cotidianamente pelas ruas, mercados, padarias, farmácias: com empatia e normalidade; com receio e preconceito. Entendi que quem sente dor é mais solidário com a dor do outro. Que é necessário abordar com as crianças, para que entendam a situação. Que é difícil viver sem cabelos, mas é possível sim. Que mulheres são muito mais do que longos fios de cabelo na cabeça. Que existem organizações que auxiliam pessoas acometidas pela doença e isso é muito importante. E que sou feliz, tenho saúde!

Tenho muitas amigas e amigos em tratamento no Instituto de Oncologia de Ijuí, e poder contar com um espaço de acolhimento, tratamento e amparo é fundamental numa situação de doença. Quando fui patronesse na feira de livros fui contar histórias no IOI, sempre levo doações de cabelos, algumas pessoas até pensam que trabalho lá. Admiro e respeito cada funcionário, cada paciente, cada familiar! A comunidade precisa deste espaço.” 

Para quem não sofre da doença, Elisângela acha essencial aproveitar sua saúde fazendo algo por alguém que, neste momento, não tem. E aconselha a procurar o Instituto de Oncologia e ajudar, auxiliando com lanches, doações de produtos (saber quais em específico é importante) e até mesmo apresentações culturais, que ajudam a passar o tempo e a pensar em outras coisas. 

Tem uma história ou um relato para compartilhar com a gente? Deixe nos comentários e leve essa lição de empatia para o seu dia a dia. 


A prevenção está na simplicidade do cuidado pessoal

Essa semana foi marcada pelo Dia Nacional de Combate ao Câncer. Essa data foi criada com o intuito de ampliar o conhecimento sobre formas de prevenção e tratamento da doença. Por isso, vamos retomar alguns cuidados que compartilhamos nas nossas redes sociais. São atitudes simples, mas que fazem a diferença na prevenção de doenças e na qualidade de vida. Confira!

Hábitos simples e saudáveis fazem a diferença à sua saúde. E quanto mais cedo adquirí-los, maior a prevenção contra o câncer.

 

1) Vacinação em Dia: a prevenção já deve começar na infância, combinada a hábitos saudáveis e com acompanhamento pediátrico.

2) Cuidados com o Sol: em excesso, nos expõe ao risco de câncer de pele, portanto, a proteção solar deve ser diária e o ano inteiro.

3) Parar de Fumar: esse hábito responde pela maioria dos casos de câncer de pulmão e outros tipos, mesmo em fumantes passivos.

4) Beber com Moderação: o consumo excessivo de álcool, além de ser um hábito arriscado, que pode provocar acidentes, também está relacionado a causas de câncer, como o de fígado e o de mama.

5) Sexo Seguro: alguns vírus de doenças sexualmente transmissíveis também aumentam o risco de câncer. Mais um importante motivo para usar métodos contraceptivos durante a relação sexual.

Viu como são atitudes básicas e de nosso conhecimento? Uma vida mais feliz e saudável começa com a prática de hábitos comuns a todos, independente de sexo, classe social e estilo de vida.

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