Dr. Fábio Franke e Dra. Juliana Peixoto participam de congresso sobre avanços no tratamento do câncer de pulmão

Foto: IOI

Nos dias 2 e 3 de outubro, Caxias do Sul sediou o Pulmão HG Caxias 2026, evento voltado ao cuidado de pacientes com câncer de pulmão e à atualização de profissionais que atuam na oncologia torácica. A programação reuniu especialistas para dois dias de debates científicos, discussão multidisciplinar de casos e troca de experiências sobre os principais desafios da área.

O médico oncologista Dr. Fábio Franke, presidente eleito da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) e diretor do Oncosite – IOI participou da programação com a palestra “A incorporação de novas tecnologias no SUS”, em uma atividade conduzida pelos doutores Darcy Pinto e André Reiriz.

A médica oncologista e pesquisadora clínica Juliana Peixoto também participou do encontro e destacou a relevância de iniciativas que promovem atualização e integração entre os profissionais.

“É muito importante estar junto em momentos como esse, com atualização em neoplasias de pulmão, atualização científica, discussão de casos clínicos e integração da classe médica”, ressaltou.

A programação do evento também contemplou atualizações apresentadas nos congressos ASCO e WCLC, dois dos principais encontros internacionais relacionados à oncologia. Entre os temas debatidos estiveram ainda o uso da inteligência artificial na oncologia torácica, o acesso a novas tecnologias e os desafios relacionados à incorporação dessas inovações no sistema de saúde brasileiro.

Para o Dr. Fábio Franke, o encontro representou uma oportunidade de ampliar conhecimentos e fortalecer a integração entre diferentes especialidades.

Segundo o oncologista, eventos como o Pulmão HG Caxias contribuem para a atualização científica, a integração entre especialidades e a construção de decisões mais qualificadas, com impacto direto na assistência e no cuidado aos pacientes diagnosticados com câncer de pulmão.

O encontro reforçou, assim, a importância da atuação multidisciplinar e da constante atualização científica diante dos avanços tecnológicos e terapêuticos que vêm transformando o tratamento das neoplasias pulmonares.